Então, o
menino decidiu ajudar – foi buscar uma tesoura e abriu o casulo cuidadosamente. A borboleta saiu, então, facilmente. Mas o
seu corpo era pequeno e as asas não tinham a força necessária para a sustentar.
Continuou a observar a borboleta, à espera que as asas se abrissem e
esticassem, prontas para o voo. Nada aconteceu… na verdade, a borboleta passou
o resto da vida aleijada, rastejando, com o corpo murcho e asas encolhidas –
nunca seria capaz de voar.
O que a
criança não compreendia, na sua gentileza e vontade de ajudar, era que o casulo
apertado e o esforço necessário à borboleta para sair dele, seria o modo de
fortalecer as asas e de a tornar apta a voar.
Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos na nossa vida,
para nos tornarmos mais fortes e mais capazes.
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